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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

“Street Fighter: A Batalha Final”


“Street Fighter: A Batalha Final”

Engraçado e divertido – porém não era isso que os fãs esperavam…
Filmes baseados em games sempre foram uma caixinha de Pandora: podem tornarem-se sucesso entre os gamers e nerds e ficarem completamente no limbo aos demais expectadores, agradar quem nunca jogou mas desagradar os gamers fiéis que esperavam mais… Ou simplesmente ser uma bomba que não atraia ninguém.
A produção de hoje, bem, para a grande maioria dos que a assistiram, escolheram ficar no terceiro grupo citado… Mas é tudo uma questão de ver o filme com os “olhos certos” e com expectativas mais adequadas. Então verás que vai se divertir com ele!
 Street Fighter: A Batalha Final
Produzido em 1994, época em que “Street Fighter 2” mandava e desmandava nos Arcades e consoles domésticos, “Street Fighter: A Batalha Final” (originalmente apenas “Street Fighter”) trás uma trama bem maluca com os personagens do game como protagonistas.
Não tem campeonato aqui para decidir quem é o mais forte – ao invés disso o que temos é uma organização criminosa de alcance mundial e liderada por um tirano lunático contra um exército de militares de uma versão das Nações Unidas (a fictícia “Aliança das Nações”). Esta organização seria a mítica Shadaloo, o tirano lunático seria ninguém menos que o General M. Bison e o chefe das operações militares da A.N. seria o patriótico Coronel Guile.
A trama é fraca (Bison raptou reféns, vai mata-los se não receber um enorme resgate, Guile tem que salvar o dia, etc.), mas o que realmente causou estranheza por parte dos fãs dos games foi a maneira pela qual os personagens foram mostrados na trama: Ryu e Ken são golpistas safados? Blanka é uma experiência de laboratório? Dhalsin é cientista? Dee Jay trabalhava na Microsoft?!?
Mas o filme trazia ninguém menos que Jean-Claude Van Damme e Raul Julia nos papeis principais, e isso atraiu muitos para o cinema – sem contar que em muito salvou o filme.
O que eu quis dizer no início com “assistir ao filme com os olhos certos e com expectativas mais adequadas” foi simples: Não tentarmos encontrar ali uma versão live-action do game. Aon invés disso, o vermos como um filme de ação genérico e com altas doses de humor! Bison é um maluco devaneando sobre “Bisonópolis”, Balrog e Honda são hilários juntos em cena (o mesmo com os pilantras Ryu e Ken), Dee Jay é um escorregadio malandro e Zanguief é um bobão infantil e inocente que dispara uma baboseira a cada vez que abre a boca. Isso é sem muito divertido!
Se você nunca assistiu à esta produção, dê-lhe uma chance. Se já assistiu e não gostou, faça uma “sessão repeteco” e, desta vez, tente vê-lo com estes olhos que eu mencionei. A diversão é mais que garantida!

Yu Yu Hakusho


Versão Brasileira Otaku – Yu Yu Hakusho

Hoje no Versão Brasileira Otaku, finalmente vamos relembrar a abertura (e dublagem) favorita de muitos que nasceram na Geração Manchete.
“Yu Yu Hakusho” veio no embalo de “Cavaleiros do Zodíaco” para o Brasil. Como os Guerreiros de Athena fizeram muito sucesso na Manchete, ela logo tratou de trazer diversas outras séries japonesas, dos mais variados estilos (e qualidades). Entre elas, a única que pode ser considerada “sucessora” de Seiya e seus amigos foi justamente a história de Yusuke.
Além da qualidade do anime (muito acima de outras coisas do “pacote” Manchete, mesmo entre as boas), o anime ganhou o público na adaptação para o Brasil. A dublagem era toda cheia de gírias, sotaques e bordões comuns aos anos 90, além de boa escolha de elenco. A tradição se manteve quando “Yu Yu Hakusho” voltou para o Brasil, nas mãos do Cartoon Network.
Além disso, a abertura do anime é considerada uma das melhores do país. A canção “Hohoemi no Bakudan” se tornou “Sorriso Contagiante” no Brasil, música que foi muito cantada, repassada e até hoje fica na memória de quem passou a infância ou adolescência naquela época. Por isso, nada mais justo que relembrar da excelente música!

Super Punch Out


Contos do Cartucho – Super Punch Out

Transforme um amador em um campeão mundial neste clássico dos ringues!
O boxe, como todos sabemos, é um esporte de contato agressivo, onde ambos os lutadores devem concentrarem-se em seu oponente à procura de uma brecha na defesa para manda-lo à lona. Porém toda esta seriedade vai pelo ralo neste game feito pela Nintendo, e o que fica é somente a diversão!
Relembremos agora dos tempos que vivemos dias de Rocky Balboa nos ringues malucos do game…

Super Punch Out

Lançado em 1994 pela própria Nintendo,Super Punch Out é o quarto game da série e foi o primeiro para o SNES (os três primeiros títulos são clássicos absolutos do NES). Os fãs da série que estavam acostumados a verem o seu lutador pequenininho na tela com certeza ficaram surpresos ao verem agora um protagonista do mesmo tamanho que seus adversários e com uma gama de movimentos muito maior.
No game, você controla o boxeador amador “Little Mac” (como sempre foi na série), e deve auxilia-lo a ganhar os campeonatos um a um até tornar-se o campeão da fictícia “World Videogame Boxing Association”. Claro que muitos adversários interpõe-se no caminho para esta grande glória.
O diferencial do game em relação a maioria dos outros que tratavam do esporte é o foco voltado totalmente para a comédia. Seus adversários são os mais improváveis possíveis, indo de caipiras barbudos de suspensórios até palhaços e lutadores de kung-fu. Cada luta torna-se única desta maneira!
Graficamente falando, o game detonava para sua época com muitas cores e sprites medianos. Os comandos também respondiam muito bem, sendo no som a única parte a desejar (vozes chatinhas e trilha sonora repetitiva não ajudavam).
Fique agora com um “longplay” do game e curta algumas memórias que você pensava estarem perdidas!


Power Rangers Megaforce


Analisando “Power Rangers: Megaforce”

A nova série dos Power Rangers estreou lá na gringa esta semana, e tem dado muito o que falar. Principalmente porque vai ser a temporada comemorativa dos heróis, que completam 20 anos. Então vamos ver um pouco do que rolou no primeiro episódio e quais as teorias da conspiração podemos tirar da nova versão americana do Super Sentai?
Para fazer a análise, escolhemos alguns momentos do episódio, onde elementos-chave da série aparecerão. Desde a abertura até o encontro com Gosei, o “novo Zordon”, veja o que lhe espera com o esquadrão Megaforce.
Na abertura já conseguimos ver bastante coisa interessante: pra começar, a “coincidência” das cores de Goseiger, série usada como base baterem com a série Mighty Morphin Power Rangers, a percussora da franquia. Além disso, a música original também é usada, para reforçar a homenagem a Tommy, Zack, Jason, Billy, Kimberly e Trini.
Aqui conhecemos os novos cinco heróis, além do guardião Gosei (fico imaginando como mudarão isso para evitar as piadas de duplo sentido aqui no Brasil). Além dele se declarar disípulo de Zordon, dá os poderes aos heróis de forma idêntica, apresentando seu maior potencial e o monstro guardião. Também percebemos um detalhe interessante: pequenas “estátuas” dos antigos rangers lá atrás.
A frase “é hora de morfar” voltou também. Algumas “coincidências” divertidas com Mighty Morphin também podem ser percebidas: Vermelho lutador de caratê, azul nerd, rosa e amarela são uma loira e uma oriental (apenas invertendo a ordem). A música “Go Go Power Rangers” de fundo ajuda a manter o clima nostálgico também.
Essas “Gosei Cards” são usadas tanto para a transformação quanto para o uso de variadas armas. Além de partes de um Trading Card Game, também podem indicar que os heróis poderão usar os poderes antigos na segunda fase da série, “Power Rangers Super Megaforce”. Já foi que o sexto herói de Gokaiger, o Gokai Silver será aproveitado, mas nada foi confirmado sobre os trajes e zords piratas.
Por enquanto, fica de aperitivo enquanto a série não vêm para o Brasil. Power Rangers Megaforce já está confirmado na América Latina ainda este ano, então é bom ficar de olho na programação da Nickelodeon a partir do segundo semestre.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Osamu Tezuka

Hoje vamos falar do "Pai do Mangá Moderno"
(Osamu Tezuka) 

                                            

Osamu Tezuka (手塚 治虫?) (Tonyaka,Japão 3 de novembro de 1928
— Tóquio; Japão,9 de fevereiro de 1989 ) foi um mangaká (desenhista de mangás) que influenciou muito esse estilo. Por isso, é lembrado por muitos no Japão como o “pai do mangá moderno”.
Sua grande produtividade e suas técnicas e gêneros pioneiros transformaram o mundo das histórias em quadrinho no Japão. Ele não é o inventor dos mangás, ele é o autor que os popularizou. O desenho de Tezuka é facilmente identificável: o traço é claro, as imagens, simples,enquadramento cinematográfico e o humor têm sempre seu lugar.
Ficheiro:Tezuka signature.png
(Assinatura do Osamu Tezuka)
Nascido em Toyonaka, distrito de Osaka, a família mudou-se para Takarazuka quando ele tinha apenas cinco anos.
Seus pais estimulavam muito a criatividade dos filhos (ele tinha um irmão e uma irmã mais novos). Sua mãe levava-os para concertos e para as peças do famoso Teatro Takarazuka e seu pai tinha um projetor de filmes em que exibia, por exemplo,O Gato Félix, O marinheiro Popeye,Betty Boop e 

Já nessa época ele fazia histórias em quadrinhos e criava personagens, muitos dos quais baseados em seus amigos e professores, ou, como o Higeoyaji, baseado em um desenho que um amigo fez do próprio pai.

Início da carreira à consagração

Em 1945, então com dezessete anos, Osamu se iniciou como médico na Universidade de Osaka. E nessa época conhece Sakai Shichima que pouco depois, pede para ele desenhar um mangá em formato akabon (livro vermelho do tamanho de um cartão postal) baseado na história escrita por Sakai, Shin Takarajima (Nova Ilha do Tesouro), que acabou vendendo 400.000 cópias e trazendo alguma fama a Tezuka.Mas o início de sua carreira como desenhista de mangá se dá em 1946, um ano antes da publicação de Shin Takarajima, quando ele começa a escrever ayonkoma O Diário de Ma-chan no jornal Shokokumin Shimbun (Jornal das crianças da escola de Mainichi).
Tendo realizado ainda alguns trabalhos em Osaka, Tezuka resolveu mudar-se para Tóquio onde achava que seria mais fácil publicar suas próprias obras. Teve suas expectativas frustradas até que um amigo lhe ofereceu uma chance e em 1950 surgia Jungle Taitei (Kimba o Leão Branco, no Brasil).
A partir do sucesso de Kimba, pôde publicar outros sucessos sem tantas dificuldades e acabou chegando à Tetsuwan Atom (conhecido também por Astro Boy), sua obra mais famosa. O sucesso foi tanto que resolveu realizar um antigo sonho: fazer uma animação nos moldes das animações de Walt Disney. Formou um estúdio próprio em 1961, com o nome de Tezuka Osamu Production, depois chamado Mushi Production, e criou a série de desenho animado de Atom, uma das primeiras animações da televisão japonesa, que daria origem a uma explosão de animações (ou animes). Na vida pessoal, se formou como médico em 1951 e apesar de alguma dúvida manteve seu foco em gibis. Oito anos depois casou-se com Okada Etsuko, com quem teria um filho e duas filhas.
Já firmado e famoso como artista, Tezuka procurou divulgar os quadrinhos japoneses ao redor do mundo e aumentar as relações entre os autores de diversos países, foi assim que conheceu o francês Moebius e se tornou amigo pessoal do cartunista brasileiro Mauricio de Souza.
Com dores no abdomên, Tezuka foi internado e acabou morrendo de cancêr de estômago aos sessenta anos, em 1989.

Mangás

    Astro Boy
Kimba o Leão Branco
             
    A Princesa e o Caveleiro
    Pássaro de Fogo/Phoenix
      
    Buddha
Black Jack
                       

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Os Jogos das Celebridades

Os Jogos das Celebridades

A bela Megan Fox curti mais os jogos violentos, em especial as lutas de "Mortal Kombat"


Para manter a forma, Jessica Alba diz que curte jogar no Wii - imaginamos que "Wii Fit" seja parte de sua biblioteca


Nos filmes ele é James Bond, mas nos videogames o ator Daniel Craig prefere encarnar Master Chief, da série "Halo"
Snoop Dog tem cara de GTA mas curti mais uma série de maior preferência entre rappers e é fã de jogos de tiro: "Halo" é sua escolha.
Quem diria: quando joga videogame, a socialite Kim Kardashian senta o gatilho nos títulos da série "Call of Duty"
Brutal nos ringues (só nos ringues mesmo), o lutador John Cena prefere a estratégia de "Command & Conquer" nas arenas virtuais.
Nerd assumido, Vin Diesel joga "World of Warcraft" e também participou de "Chronicles of Riddick" e "Wheelman"
Antes de dublar o herói de "Brütal Legend", Jack Black já curtia "Psychonauts" e as corridas de "Project Gotham Racing" 
O comediante Robin Williams volta e meia joga "Call of Duty" online, mas também é fã de "Legend of Zelda"
Outra beldade nos campos de Azeroth: a loira Cameron Diaz é mais uma atriz que investe tempo em "World of Warcraft"
Tony Hawk é orgulhoso de seu talento, tanto que seu jogo favorito é o  "Pro Skater" como uma de suas séries de jogos
O rapper 50 Cent é tão aficionado por jogos eletrônicos que ajudou a bancar a produção de jogos estrelados por ele próprio



E ai gostou?


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Evolução dos games de futebol

Para matar a saudade,vamos relembrar a evolução dos jogos de futebol

Pra começo de conversa o Pelé's Soccer foi o pioneiro no gênero,foi lançado em 1981 pela Atari



Onze anos depois o Rei Pelé voltou só que no Mega Driver



Em 1994 foi lançado o International Superstar Soccer,para o SNES (um clássico lembrado até hoje,e considerado um dos melhores jogos da SNES).







Apesar da falta de tradição, a Capcom apostou no futebol para servir de cenário para seu mascote em "Megaman Soccer" (1994).



A  primeira versão do popular "Winning Eleven", que nasceu no PSOne, aqui com o título europeu, "International Superstar Soccer Pro" (1997) 

A série da Konami, é muito consagrada, e aparece nas versões do Playstation e Xbox, como neste "Winning Eleven 7" (2003), para o videogame da Sony.


A empresa EA não fica para trás e continua apostando na sua tradicional franquia multiplataforma, como neste "FIFA 2004" (2003), de PlayStation 2.

Esse é o "FIFA09"(2008),para você como os gráficos evoluem,desta vez a EA fez para as plataformas Xbox 360 e PlayStation 3.


"Pro Evolution Soccer 2009" (2008), um tempo depois o PES abandonou a marca "Winning Eleven.


Já em 2012 o PES 2012 manteve a licença da Copa Libertadores, vozes em português e promoveu diversos ajustes nos controles.


Jogo mais estratégico e as licenças dos times de Campeonato Brasileiro e alguns estádios nacionais são as armas de "PES 2013"



"FIFA 13" manteve a boa série de jogos, com uma versão de alta qualidade cheia de opções de partidas e ótima estrutura online.



Quem lembra do Rei Pelé?Olha ele ai bem mais avançado e com um gráfico de tirar o chapéu agora para o console WII



Aqui está um jogo casual,com muitos dribles e sem muitas regras o "Fifa Street "


Pros fãs de Mario World,um jogo diferente futebolístico e com bastantes truques,Mario e sua turma em uma partida de futebol,com o jogo "Mario Strikers"


Espero que tenham gostado,até a próxima!!!