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sexta-feira, 8 de março de 2013

Versão Brasileira Otaku – Beyblade


Versão Brasileira Otaku – Beyblade

Vamos girar o pião na nossa abertura de anime semanal. Três, dois, um, Let it Rip!
Depois de “Pokémon”, houve uma febre maluca em que os animes tinham que ser associado a alguma competição/duelo de algum tipo de brinquedo ou animal. “Monster Rancher” possuia torneios nas cidades. “Yu Gi Oh” já apresentava duelos de cartas, assim como “Medabots” trazia as famosas ciberlutas. Já “Beyblade” resolveu apostar em piões.
Desta vez o desenho contava a história de Tyson e seus amigos que formavam o grupo Bladebreakers. Com isso eles iam disputando campeonatos ao redor do mundo para serem os melhores jogadores do piãozinnho super-tecnológico.
O processo era simples. Pegue um pequeno ringue, gire seu pião e torça para derrubar o adversário. Lógico que para deixar todo o processo mais trabalhado, não era aquele velho brinquedo de madeira, e sim peças de plástico que misturavam anéis de estabilidade, ataque, defesa e outras coisas esquisitas do tipo.
A cereja do bolo eram as ferabits, monstros que viviam dentro do brinquedo e saíam para duelar entre si, muitas vezes desequilibrando o duelo. Lógico que esse último elemento não era possível de ser simulado, mas as Beyblades viraram febre no Brasil entre 2003 e 2004, sendo encontradas até mesmo nos camelôs.
As bizarrices no anime eram gigantes. Tinha até mesmo mexicanos de sombrero, que controlavam os brinquedos tocando violão. Por algum motivo, era necessário alguma técnica bizarra e sem sentido para usar sua Beyblade caso você não fosse um personagem principal.
Já a música de abertura, muitas vezes utilizada durante um episódio era um chiclete à parte. Qualquer um que estivesse aprendendo a tocar violão ou guitarra na época rapidamente tirava o riffzinho simples e grudento. E só por toda essa “cola” na mente, “Beyblade” merece ser lembrado em nosso Versão Brasileira Otaku.

Street Fighter


Street Fighter

Nosso desenho antigo de hoje vai falar de Street Fighter.
Os anos 90 transformaram o game “Street Figher II” e suas trocentas versões em febre. Toda criança e adolescente que gostasse um mínimo de games já gastou fichas e mais fichas no jogo, e nas locadoras de cartuchos era a fita mais disputada. O sucesso do jogo nos agraciou com duas séries animadas. A primeira foi o anime “Street Fighter Victory”, que reinterpretava os heróis dos games e contava a história de uma forma bem particular, fazendo muito sucesso no Brasil graças ao SBT.
O outro… Bem, o outro era “Street Fighter – The Animated Series”. A série usou um pouco dos games como base, mas se sitou principalmente no filme trash “Street Fighter – A Batalha Final”, o que já era um bom ingrediente para a bizarrice. Nosso protagonista era o militar Guile, que liderava outros guerreiros em uma luta contra a Shadaloo.
Foi neste desenho que a ideia do filme em que Blanka e Charlie eram o mesmo perosnagem foi reforçada, desmentida posteriormente com a série “Street Fighter Zero”. Aqui, Dhalsim deixava também de ser monge e era um ex-cientista da organização do mal.
Nem tudo seguia a mesma ideia do filme, porém. O lutador de sumô E.Honda era um hacker, Dee Jay havia se transformado em herói, Ryu e Ken eram uma dupla de “soldados” de Guile ou algo assum, e os elementos estranhos seguiam por aí.
Posteriormente, o desenho que havia conquistado audiência razoável na TV americana chegou a ter uma segunda temporada, com 13 episódios cada, onde também tivemos participações de personagens da série Zero como Adon, Sakura, Rose e outros. Não deu muito certo e logo foi cancelada.

Grandes heróis,grandes capas!


Grandes heróis,grandes capas!

Já pensou como seria capas de discos clássicos estreladas por seus heróis favoritos? Alguns artistas fizeram a brincadeira, e o resultado é muito bom.
A galeria de hoje traz não só um artista, mas vários. Isso porque todos eles tiveram a mesma ideia: transformar a capa de discos e CD’s clássicos e transformar tudo em uma versão heróica. Como poderíamos substituir Michael Jackson pelo Ciclope? ou o Gorillaz pelos Novos Titãs?
Vamos conferir alguns resultados abaixo?
Quarteto Fantástico como “The Beatles – Abbey Road”
Ciclope como “Michael Jackson – Bad”
Chapeleiro Louco como “Bob Dylan – World Gone Wrong”
Os Novos Titãs como “Gorillaz – Demon Days”
Robins como “Ramones – Ramones”
X-Men como “Spice Girls – Spice Up Your Life”
Heróis de Aluguel como “Gorillaz – The Gorillaz”
Vespa e Homem-Formiga como “Wham! – Make It Big”
Universo Marvel como “The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Heart Club Band”
A ideia foi do blog gringo Comic Book Resource, que lançou o desafio a seus leitores. Os resultados possuem os mais diversos estilos, abrangendo do pop ao punk rock, passando até pelo new wave. O Chapaleiro Maluco de Bob Dylan e os Heróis de Aluguel no lugar do Gorillaz dariam belas camisetas, não?

Top Five – As mulheres mais fortes da ficção


Top Five – As mulheres mais fortes da ficção

Hoje é o Dia Internacional da Mulher, data criada devido mulheres em uma fábrica na Inglaterra terem mostrado sua força dentro da sociedade. Então, como uma singela homenagem do blog, vamos relembrar cinco das mulheres mais fortes da ficção,(mas fortes mesmo, daquelas capazes de destruir paredes apenas com os punhos).
Sheeva
Membro da raça Shokan, a mesma de Goro e Kintaro, Sheeva era o braço direito da bruxa Sindel, que servia ao exército de Shao Kahn. Com seus quatro braços, era considerada uma das mais fortes guerreiras de sua raça, matando diversos inimigos sem piedade. Não tinha como a combatente de Outworld não ser colocada na lista, ainda mais sendo baseada em uma deusa indiana.
Tsunade
A Quinta Hokage é a kunoichi mais forte do mundo, combinando uma força física notável a grande velocidade e habilidades médicas. Como todos os ninjas, utiliza seu chakra para ampliar suas capacidades, mas o grande foco de sua habilidade é na força física, sendo capaz de abrir o chão com apenas um dedo.
Mônica
Representando o nosso País, a baixinha e dentuça do Bairro do Limoeiro não podia ficar de fora. Além de sempre acabar com a raça do Cebolinha, Cascão e qualquer outro que apareça na sua frente, inclusive diversos valentões como o Tonhão da Rua de Baixo, constantemente vemos ela derrotar monstros munida de seu Sansão ou mesmo levantando rochas e outros materiais gigantes.
Mulher-Hulk
Jennifer Walters possui habilidades quase tão incríveis quanto a do Gigante Esmeralda. Ganhou seus poderes após uma transfusão de sangue de seu primo, Bruce Banner. Apesar de não possuir a mesma capacidade física do Hulk original, consegue manter a inteligência e consciência, o que a torna mais perigosa ainda.
Mulher-Maravilha
A amazona da Ilha Paraíso não pode ficar de fora. Na atual formação da Liga da Justiça, é o segundo membro mais forte fisicamente, perdendo apenas para o Superman, possuindo uma fonte de força muitas vezes mostrada como maior que de outros kriptonianos, como a Supergirl. Algumas histórias em quadrinhos mostram Diana destruindo até mesmo meteoros maiores que a Terra com um único golpe.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Especial Chun-Li – Atrizes e Cosplayers


Especial Chun-Li – Atrizes e Cosplayers



Segundo a Capcom hoje seria aniversário da primeira musa dos games, a chinesa Chun-Li. E em homenagem à lutadora, vamos dar uma olhada em algumas cosplayers que já fizeram as vezes da personagem além daqueles que viveram a lutadora nas telas.
Uma das coisas mais legais nas cosplayers de Chun-Li são as garotas que tem qualidade marcial para isso. De longe, mesmo que a semelhança não fique tão grande, os movimentos bem executados fazem você praticamente enxergar a personagem como se fosse real. Em um evento alemão de Street Fighter x Tekken, a moça do vídeo abaixo mostrou habilidades marciais bem parecidas com as da personagem.


Mas é claro que não podemos descartar a estética. A roupa da chinesa quando bem feita e adaptada, merece todo o mérito do mundo. Independente da versão (a não ser que você seja um gordo barbudo), se estamos falando da mais clássica de “Street FIghter II” ou do visual esportivo, criado para “Street Fighter Zero”.Também vale lembrar todos que já viveram a personagem nos cinemas. Lembram do trash “Street Fighter: A Batalha Final”? A heroína não era uma agente da Interpol, e sim uma repórter que procurava vingar o pai lutando contra a Shadaloo. Quem viveu a lutadora foi a atriz Ming-Na.


E o filme dedicado à nossa heroína, interpretada por Kristin Kreuk? Pode não ter sido sucesso de público, crítica… Ou melhor, não ter sido sucesso de forma alguma, afinal o filme não é lá essas coisas, mas ao menos valeu para ver a eterna Lana Lang de “Smallvile” em algumas ceninhas de ação.

Por último, quem também se travestiu (literalmente) de Chun-Li nas telas foi o lutador chinês Jackie Chan. No filme “City Hunter”, o lutador faz uma esquete com diversos personagens do game de porrada, e termina justamente com nossa homenageada de hoje.


E assim encerramos a nossa homenagem à aniversariante de hoje, que segundo a Capcom Database, estaria fazendo 45 anos hoje. Muito bem conservada, não?

Para ver os Cosplay"s da Chun Li clique nesse linque 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Rurouni Kenshin

Rurouni Kenshin




Samurai X ou Rurouni Kenshin - Meiji Kenkaku Romantan - (るろうに剣心 -明治剣客浪漫譚- Kenshin, o Andarilho - Crônicas de um Espadachim da Era Meiji?) é uma série de mangá criado pelo artista Nobuhiro Watsuki e posteriormente adaptado em anime.
A série, ambientada nos primeiros anos da Era Meiji no Japão, conta a história de Kenshin Himura um pacifico espadachim que prometeu nunca mais matar. Entretanto, seu passado como retalhador a serviço da Ishin Shishi fará o jovem Himura brandir novamente sua espada contra velhos e novos inimigos.
O mangá foi publicado originalmente na revista japonesa Weekly Shōnen Jump. O trabalho completo rendeu 28 volumes encadernados.
O anime chegou ao Brasil no final de 1999, trazido pela Columbia Pictures (distribuidora internacional) e foi exibida pela Rede Globo até meados de 2000, com várias cenas cortadas, episódios pulados e sem o final. Em setembro de 2000 a emissora por assinatura Cartoon Network passou a exibir a série, exibindo-a até o final, a qual foi concluída em maio de 2001. Em setembro de 2001 ainda exibiu o longametragem da série, Rurouni Kenshin: Ishin Shishi no Requiem.
O mangá foi publicado no Brasil a partir de maio de 2001 pela Editora JBC em 56 volumes (cada um sendo metade do original tankōbon), mantendo o formato de leitura japonesa. De início mensal, a partir da edição 5 o mangá passou a ser quinzenal até sua conclusão em novembro de 2003. O capítulo especial A Sakabatou de Yahiko foi lançado pela mesma editora em 10 de Julho de 2004, durante um eventoAnime Friends. A editora também lançou em novembro de 2004, o Kenshin Kaden, uma enciclopédia da série
Durante 10 anos Kenshin vagou pelo Japão até encontrar abrigo no Dojo Kamiya, onde a jovem Kaoru Kamiya lecionava kendo no estilo Kamiya Kashin (Espada para a Vida). A errante caminhada do jovem ronin tinha um propósito: A expiação pelas inúmeras mortes que causara durante o Bakumatsu (fim do bakufu/shogunato) quando era um hitokiri (assassino retalhador) a serviço da Ishin Shishi (monarquistas que desejavam a restauração do governo para as mãos do imperador) do feudo de Choushuu. Nessa época, Kenshin ficou conhecido como "Hitokiri Battousai" (人斬り抜刀斎 - Battousai, o retalhador) por sua grande habilidade com o Battoujutsu. Mesmo com a vitória dos monarquistas que culminou na derrubada do Xogunato Tokugawa, dando origem a Era Meiji, Kenshin, arrependido pelas inúmeras vidas que tirou, decide nunca mais matar. Mesmo terminando sua longa jornada, o ex-hitokiri terá de brandir novamente sua sakabatou (espada em que a lâmina encontra-se no dorso) para enfrentar novos e velhos inimigos.
Entre as classes de guerreiros do Japão feudal, Kenshin ficaria melhor definido como um ronin ou "rurouni" que segundo Watsuki, significa "andarilho" (a palavra "rurouni" não existe propriamente em japonês; na verdade é um trocadilho do autor com a palavra ronin), portanto o título da série poderia ser traduzido como "Kenshin, o andarilho".

Mangá

A série apareceu pela primeira vez como um par de pequenas histórias publicadas de forma esporáticas, ambas são intituladas Crônicas de um Espadachim da Era Meiji publicadas entre1992 e 1993 no mangá Weekly Shonen Jump Special da editora Sueisha. Em 1994, Watsuki criou uma versão definitiva que foi publicada na Shukan Shonen Jump e concluida em 1999, na qual a série de anime é baseada. O mangá consiste de 28 volumes encadernado (ou 28 tankōbon). Em 2000, foi lançado Yahiko no Sakabatō ("'A Sakabatou de Yahiko'"). Essa história, não inclusa na coleção de tankōbon, foi publicada apenas no Japão e no Brasil, e mesmo no país de origem permanece inédita como encadernação. No mangá a história de Kenshin é dividida em três grandes sagas: TóquioKyoto, e Jinchuu (Justiça dos Homens). Das três apenas a Jincuu não foi animada. O final da série mangá é caracterizado pelo retorno de Kenshin a o dojo após sua segunda viagem como andarilho. As últimas cenas se passam em um piquenique onde estão reunidos todos os protagonistas.


Anime


  • A série de TV, que se passa durante os primeiros anos da Era Meiji e mostrando o começo de um romance entre Kenshin Himura e Kaoru Kamiya. De um total de 94 episódios (mais um especial), a série em anime é dividida em três sagas, com os 27 primeiros episódios formando a saga de Tokyo, seguidos pela saga de Kyoto (ou de Shishio), que se estende do episódio 28 ao 62. Os episódios restantes (63-94) não são baseados no mangá original, sendo criação original do estúdio.
  • Em 2006 foi lançado o episódio 96 ou complemento do 95, que consiste em uma faixa de três minutos, onde aparece Kenshin no jardim do dojo refletindo e Kaoro cochilando na varanda, depois vem uma segunda cena que se passa alguns anos depois, onde aparece Kenji(filho de Kenshin e Kaoru) brincando no jardim enquanto Kenshin e Kaoru(com a aparência mais madura)o observam sorrindo. Sendo essa faixa a última cena do anime e fim definitivo da história.
  • Um filme (Rurouni Kenshin: Ishin Shishi no Requiem), o qual mostra a história de Takimi Shigure.

Curiosidades


Mangá

  • No início da série, Samurai X chegou a ser chamado de "mangá para meninas da Shonen Jump".
  • Entre os assistentes que trabalharam com Watsuki em Samurai X estão Oda Eichiro (autor de One Piece); Hiroyuki Takei (autor de Shaman King); Gin Shiunga (falecido em maio de 2002, autor de Oni ga Kitarite, Shonen Tantei Q e Solar Power); Mikio Itou (Normandy Himitsu Club); Shinya Suzuki (Mr. Fullswing)
  • Apesar do que dizem, Hiro Mashima, autor de Rave Master e Fairy Tail, nunca trabalhou como assistente de Nobuhiro, conforme o mesmo falou nas perguntas ao autor nas compilações de Rave Master.
  • A Sakabatou, a espada de lâmina invertida usada por Kenshin não é uma arma real. Porem a Zanbatou, existiu. A arma fez aparição em diversas séries de mangás e anime como Lobo Solitário.
  • Algumas das técnicas de visual mais fantástico como o "Watojutsu" (de Enishi) e a "Supressão do Espaço" (do Soujirou Seta) realmente existem, mas foram apresentadas de forma mais dramática pelo autor. O Battoujutsu (técnica de saque de espada) também existe, é uma forma antiga do Iaido moderno. Já o Hiten Mitsurugi Ryuu não existe.
  • Nobuhiro Watsuki pretendia produzir uma série curta, mas o sucesso na Shonen Jump o fez estender a história. No final inicialmente imaginado pelo autor, Kenshin abandonaria o dojo Kamiya voltando a vagar pelo Japão. A imagem da partida seria a mesma utilizada por Watsuki na despedida de Kenshin de Kaoru, na saga de Kyoto.
  • Para criar a imagem do retorno de Kenshin ao dojo Kamiya, após a saga de Kyoto, o autor se baseou no final da primeira abertura da série da TV.
  • Na saga de Kyoto, Watsuki pretendia fazer a luta na Fragata Purgatório (Heigoku) ser mais longa, porém devido ao fato de a fragata ter sido muito difícil de desenhar a luta foi encurtada.
  • Na luta final contra Shishio, Watsuki pretendia fazer com que Houji interviesse na luta, atacando Kenshin e seus amigos com a baioneta de sua espingarda. Porém devido ao fato de que para Houji Shishio era um ser supremo, Watsuki mudou de ideia e colocou Houji destruíndo o esconderijo após a morte de Shishio e Yumi.
  • O rosto de Makoto Shishio é mostrado uma única vez no mangá, no ato 179 (edição 41). O rosto de Shishio não aparece no anime.
  • Apenas três personagens ganharam adendos aos "Making of": Shishio Makoto, Anji e Soujirou Seta.
  • O perfume de ameixas brancas (Hakuba-kou) usado por Tomoe foi citado originalmente em um conto do livro "Onihei Hankacho". O autor queria colocar algum elemento de carater aromático na história.
  • Todos os nomes dos familiares de Sanosuke referem-se a alguma direção. O "Sa" de Sanosuke quer dizer "esquerda". O "U" da Uki (irmã do Sano) é "direita". O "Ou" de Outa (irmão do Sano) é "centro". "Kami" e "shimo" de Kamishimoemon (pai do Sano) significam "em cima" e "baixo" respectivamente. E "Naname" (mãe) tem a mesma pronúncia de "diagonal".
  • No final da série, Kenshin se casa com Kaoru e tem um filho, Kenji Himura, que se tornaria rival de Shin-Ya Myoujin, filho de Yahiko e Tsubame. Os dois disputariam a posse pela Sakabatou em um futuro próximo, segundo informações do último making of da série que também descreve as personalidades dos jovens Shin-Ya e Kenji. O filho do Yahiko é "Alegre e meio bitolado". Já Kenji terá uma personalidade "pior que a do Saito e mais egocentrico que o Shishio", reflexos de seu talento nato e sua genialidade com a espada.
  • Curiosamente, o filho do Yahiko tem o mesmo nome do protagonista de "Meteor Strike", uma história fechada de um único capítulo escrita por Watsuki e publicada no último volume de Samurai X. A história foi criada para uma espécie de competição entre os autores da Shonen Jump.
  • No ano 15 da Era Meiji (1882) são alunos do Dojo Kamiya: Yahiko Myoujin, Yutarou Tsukayama (ambos como mestres assistentes); Kosaburou Shinichi (recruta da policia que aparece na saga Jinchuu) e Outa Higashidani (irmão de Sanosuke Sagara).
  • Depois da saga Jinchuu, Nobuhiro Watsuki pretendia criar a saga de Hokkaido. Nessa saga iria aparecer um ex-membro do Shinsengumi, Shinpachi Nagakura, além de alguns ex-membros do Juppongatana como Anji, Fuji e Soujirou. Porém por conta de seu cansaço Nobuhiro desistiu de fazer tal saga. Também pesou o fato de que o principal gancho da série, a expiação dos crimes de Battousai, já estava "resolvido" e qualquer história após a saga Jinchuu seguiria outro rumo.
  • Alguns personagens da série foram inspirados em personagens das histórias da Marvel, da qual Watsuki é fã. Exemplos disso são Jin-E Udou (cuja roupa colada foi inspirada na do Gambit), Hannya (cujas garras foram inspiradas no Wolverine), Hyottoko (inspirado no Hulk), o sobretudo de Aoshi (inspirado também no de Gambit), Akamatsu (inspirado em Omega Red), Houji (cuja função no Juppongatana foi inspirada no Forge), dentre outros, além da capa utilizada por Seijuurou Hiko que foi inspirada na de Spawn.
  • Além disso alguns personagens que aparecem na saga existiram de verdade, dentre eles o ministro Toshimichi Okubo, Souji Okita (apesar de aparecer bem rapidamente), o assessor Kawaji, Souzou Sagara, Sanosuke Harada e Hajime Saitou. Outros foram inspirados em pessoas que existiram de verdade, tais como Jin-E, Makoto Shishio (ambos inspirados em Kamo Seriwaza), Soujirou Seta (inspirado em Soujirou Okita), o próprio Kenshin (inspirado em Kawakami Gensai), Sanosuke (inspirado em Sanosuke Harada, membro do Shinsengumi), Houji (inspirado emToshizou Hijitaka), Gein (inspirado no famoso assassino Edward Gein), dentre outros.
  • Segundo o Kenshin Kanden, Kenshin disse 98 "Oros" nas 56 edições do mangá. Somados aos dois "Oros" ditos por Kenshin nas duas histórias que formam a história "A Sakabatou de Yahiko", foram ditos 100 "Oros" em toda a série.
  • O primeiro "subproduto" do mangá Rurouni Kenshin foi uma série de CD Dramas (radionovelas em CD) lançados pouco antes da série de TV. Nesses CD Dramas, Kenshin era dublado por Ogata Megumi (dubladora de Shinji Ikari de Evangelion e Kurama de Yu Yu Hakusho).

Anime


Autor



Nobuhiro Watsuki (和月 伸宏) (Tóquio,26 de maio de 1970) é um mangaká japonês. Ficou célebre com a obra Rorouni Kenshin (conhecida no ocidente como Samurai X). Após o término de Rurouni Kenshin publicou Gun Blaze West, com uma história no estilo faroeste, que não obteve muito sucesso e foi cancelado após 3 volumes. Logo após publicou Busou Renkie, cuja temática era a alquimia e rendeu 10 volumes. Atualmente desenha Embalming Another Tale of Frankestein que está sendo publicado mensalmente na Jump Square. Takeshi Obata,mangaká criador do celebrado mangá Death note e mestre de Nobuhiro Watsuke.


Lendas do Ringue – “Golpes não tão Especiais”


Lendas do Ringue – “Golpes não tão Especiais”



O que acontece quando o ponto mais alto da luta simplesmente não impressiona?

Uma luta definitivamente atinge um ponto altíssimo quando um dos competidores desfere – e acerta – seu movimento de finalização no oponente. Estes são conhecidos pelo termo em inglês “Finisher”, e são considerados os golpes especiais de um game de luta. Sua função é causar dano irremediável ao adversário, nocauteando-o ou incapacitando-o definitivamente no combate.
…Mas e quando temos um especial mixuruca – um “Fail Finisher” – que não impressiona e ao qual afirmamos “cara, eu não ficaria desacordado ao tomar aquele golpe – que mentira!”
Pois é esse mesmo o tema deste Top 5 de hoje: vamos ver cinco movimentos de finalização que pecam ou pela execução, ou pelo fraco impacto que causam (alguns pecando em ambos!). Vamos às pérolas:

Big Show – KO Punch
Embora a ideia de receber um direto de direita de um cara gigantesco e pesado como Big Show na vida real possa realmente ser aterradora, em termos de espetáculo o movimento não tem nada a acrescentar. E ainda, para tentar não ferir seu adversário de fato, o soco de Show por muitas vezes mais parece um “empurrão” no rosto da vítima, tornando tudo ainda mais feio.
Fica então sendo o primeiro dos “Fail Finishers” deste Top 5.


Sting – Scorpion Death Drop
Ele é uma lenda, e lendas precisam de pouco para serem ovacionadas em cima do ringue. Mas nem isso é desculpa para que o “The Icon” Sting utilize um simples “Reverse DDT” como arma de finalização. Novamente, este movimento em nada impressiona se usado como movimento especial – chegando ao cúmulo de ser usado por muitos outros lutadores como golpe comum.


Edge – Spear
O problema agora não é o movimento realmente – o “Spear” é impressionante quando aplicado pelo atleta certo (tome como exemplo Bill Goldberg, da WCW). Nossa dificuldade aqui é entender como este golpe poderia ser considerado “devastador” se aplicado por alguém sem muitos atributos físicos como Edge.
E, como se isso não bastasse, temos ainda um grave segundo problema: Edge nada mais faz a não ser correr na direção do oponente e “abraça-lo”, deitando-o em seguida. Com certeza não parece muito impactante, não?


Umaga – Samoan Spike
O falecido “Samoan Bulldozer” era dono de um dos piores movimentos de finalização dos quais o pro wrestling já teve notícia: o chamado “Samoan Spike”. E se novamente o peso e massa corpórea do atacante poderiam ser desculpa suficiente para que o golpe fosse considerado realmente danoso, a imagem de um troglodita animalesco fazendo sinal de positivo e com a língua para fora pouco antes de dar uma “polegarzada” na garganta da vítima não ajuda muito para que respeitemos este golpe.


The Rock – People’s Elbow
Dentre todos os “Fail Finishers” de hoje, este é um dos mais imperdoáveis já que é claramente um golpe superficial – porém um dos mais alardeados. E isto simplesmente por ser o famoso “The Rock” a aplica-lo.
Um “Running Elbow Drop” comum, sinceramente, poderia causar ao adversário muito mais dano. E isso porque o movimento original utiliza o impulso ganho da corrida para que o esmagamento com o cotovelo seja mais forte. No caso do “Cotovelo do Povo”, Rock dá aquela paradinha para fazer suas graças, o que anula por completo a necessidade de atravessar o ringue correndo por duas vezes seguidas.
A única desculpa para seu uso é o espetáculo que ele proporciona, com Rock levando os presentes ao delírio. Mas se um movimento como este fosse aplicado por qualquer outro lutador… Seria realmente um fracasso completo!


Por hoje ficamos por aqui