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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Naruto: Uma relação de amor e ódio!


Naruto: Uma relação de amor e ódio!

Ao contrário de muitos, meu desgosto por Naruto começou após o Arco Pain, mais precisamente durante o Arco da Reunião dos Kages. Foi ali que a mão do japonês se perdeu de vez, me fazendo quase desistir de acompanhar Naruto. O estopim foi ver uma Sakura se acovardando e um Sasuke perdendo de vez a sanidade por um ideal turvo e completamente imbecil. É claro que até chegar neste momento, vários fatores foram acumulando-se.
Na realidade, os sintomas de que algo estava para dar errado começaram a aparecer no Arco Jiraya-Itachi. A atitude de matar dois dos melhores personagens de todo o mangá foi corajosa. A despedida do Jiraya foi uma das coisas mais lindas que eu já vi na minha curta vida de leitor. Porém, no meio das divagações do Ero-Sennin, uma lembrança me chamou atenção. Fomos transportados para o Monte Myoboku e apresentados a um jovem Jiraya, treinando seu Senjutsu. O Gama Dai Sennin, o Sapo Profeta, disse para Jiraya que possuía uma profecia (dããã) relacionada a ele e a um pupilo que o mesmo viria a treinar. O conteúdo da profecia era de que Jiraya treinaria um homem que mudaria o mundo. Este mesmo pupilo traria a paz ou a total destruição ao mundo.
Entenderam o que isso significa? Significa que alguém está limitado a trazer o caos ou o Nirvana. Ele não possui a escolha de ser “só mais um”. “Ele? Ele quem?”; Naruto, oras. Ou vocês pensariam que Kishimoto iria deixar Minato ou Nagato ser o Garoto da Profecia? Todavia essa profecia, esse “destino”, vai contra o próprio loiro. Na luta contra Neji na fase Clássica, depois de todo o discurso de ódio do Hyuuga, Naruto diz que as pessoas podem fazer seu próprio caminho e que nada é imutável. Mal sabia o nosso querido protagonista de que isso não se aplicava, justamente, a ele. É duro dizer isso, mas Naruto, desde seu nascimento, estava fadado a ser o Salvador do Mundo. Ele não escolheu ser quem é. Ele foi levado a ser assim. O próprio Minato se garantiu disso. Em um primeiro momento isto pode parecer algo irrelevante, mas é de grande importância no momento em que falamos de um protagonista que lutava exatamente contra isso. Não que isso tenha tirado o brilho do mangá. Mas foi meio que um “tô nem aí” pro roteiro.
Aliás, falando em protagonista, um teste rápido: Para você quem é realmente o protagonista do mangá: Naruto ou Sasuke? Eu sinceramente não saberia responder. Não que isso seja algo ruim. A trama Uchiha é maravilhosa e muito inteligente. O problema nem são os Uchiha e sim sua linhagem. O sharingan sempre foi a desgraça do clã e se tornou uma das maiores desgraças do mangá. Você ainda se lembra daquele sharingan que apenas copiava os jutsus, lia o fluxo de chakra, era capaz de captar movimentos e conjurava genjutsus de alto nível? Difícil, eu sei. Esse sharingan pode ser considerado um lixo (e olha que eu o acho bem fodão!) frente à suas evoluções. Uma evolução para MS até era aturável. Afinal, o que seria de Itachi sem seu MS? O que seria da trama Uchiha sem mais este ponto de discórdia? Mas Kishimoto não parou por aí. Nos é apresentada mais uma evolução do Sharingan, o FMS. E aí sim, virou um circo de Doujutsus. Um ninja com Amaterasu, Tsukuyomi e Susano’o é mais do que suficiente. Para completar a receita, Kishimoto coloca mais um Doujutsu na parada, o Rinnengan. Nada contra. Acho-o menos apelão que o Sharingan (sério). O problema é quando um Doujutsu considerado raro (raríssimo) é utilizado por dezenas de pessoas. Contando agora, o Rinnengan já foi utilizado por 17 pessoas! Com a vinda do Rinnengan na trama, foi introduzida a lenda do Rikudou Sennin. Opinião extremamente pessoal, mas achei desnecessária essa historinha do Rikudou. Qual impacto disto na história? Paralelamente a isso, o nível das lutas foi para outro patamar. E isso não foi bom.
Hoje, ninjas como Neji ou Rock Lee que eram considerados gênios no clássico, ficariam no chinelo para shinobis como Naruto e Sasuke. Até Sarutobi, que um dia foi aclamado como o Deus Shinobi não sairia ileso em uma luta que tenha algum destes dois monstros. A inteligência, a sagacidade, a análise de luta foram para o espaço. Agora, é poder pra cá, poder pra lá e nada que caracterize verdadeiros shinobis. Sendo assim, não há espaço para personagens mais “inferiores”. Talvez more aí a reclamação de vários fãs da série, que argumentam que seus personagens favoritos tenham sumido do mapa. Não há como ninjas mais inferiores conseguirem sobreviver em um mundo dominado por Sharingans, Rinnengans, Mokutons e Bijjus da vida. Esse “bom senso” foi simplesmente descartado para dar lugar a uma estátua que, ao desembainhar a espada, destrói montanhas e tudo o que vê pela frente.
Apesar de tudo, eu adoro Naruto. É um mangá que possui um enorme carinho da minha parte. Penso que o mangá como um todo (Clássico+Shippuden) possui muito mais acertos do que erros. E percebo que o autor está sim se esforçando para fechar com chave-de-ouro essa série. Pena que durante o trajeto, algumas pedras tenham calçado nossos sapatos. Por fim, pediria para que você, amigo leitor, refletisse não sobre os momentos ruins, mas os bons de Naruto. Aqueles momentos, atitudes tomadas pelo autor e arcos que fizeram você vibrar, chorar e se divertir; enfim, o que lhe marcou e marca nessa grande (sim!) obra.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Os Melhores jogos do PlayStation 2



Os Melhores jogos de PlayStation 2

  (primeira parte)



A história de Naked Snake se tornando Big Boss em "Metal Gear Solid 3: Snake Eater" é considerada por muitos fãs como a melhor da série 

Tidus e Yuna tornaram-se sinônimo de RPG de qualidade graças às cenas em computação gráfica e o roteiro cheio de emoção de "Final Fantasy X"


Squaresoft e Disney criaram a série "Kingdom Hearts", uma jornada épica que mistura "Final Fantasy" e clássicos da casa do Mickey Mouse


A maioria dos aficionados pelo esporte radical ainda acham "Tony Hawk's Pro Skater 3" o jogo mais equilibrado e divertido de todos 


Em "Grand Theft Auto: San Andreas", a Rockstar ofereceu um alto grau de liberdade e violência poucas vezes visto nos jogos eletrônicos 


"Gran Turismo 3: A-Spec" tem a preferência dos amantes de simulação de automobilismo graças a um sistema de física realista 


Jogos musicais hoje são febre e o sucesso estourou com o primeiro "Guitar Hero", que até hoje permanece exclusivo de PlayStation 2


Depois de aparecer no GameCube e fazer enorme sucesso, "Resident Evil 4" redefiniu os padrões de jogos de terror também no PS2


"Devil May Cry" nasceu como uma tentativa de revitalizar a série "Resident Evil", mas deu tão certo que a Capcom preferiu dar à franquia vida própria


Onimusha: Warlords" marcou a estreia da série de ação que p"ossuía controles inspirados em "Resident Evil", mas se passa no Japão feuda


Kratos retalha, picota e aniquila monstros e divindades da mitologia grega em "God of War", que até hoje coleciona fãs e boas críticas da imprensa


"Burnout 3: Takedown", o primeiro da série produzido pela Criterion, aperfeiçoou controles e a mecânica de acidentes - os chamados Takedown


O primeiro "Silent Hill" é um excelente jogo de terror, mas o ápice da série para os fãs é "Silent Hill 2", da trama emotiva aos inimigos bisonhos



Inimigos gigantes, enigmas inteligentes e uma história misteriosa e emocionante qualificam "Shadow of the Colossus" 



No PlayStation 2, a série de destruição automobilística "Twisted Metal" se arriscou no mundo dos jogos online com "Twisted Metal: Black" 



Obra máxima do estúdio Clover, "Okami" apresenta uma fabulosa jornada pela mitologia oriental marcada pelo visual que imita estilo de pinturas



Em "Fatal Frame" deve-se tirar fotos dos fantasmas para derrotá-los, uma mecânica inovadora da Tecmo que trouxe mais originalidade aos jogos de terror


Colegiais enfrentam uma ameaça demoníaca: o enredo é clichê, mas "Persona 4" compensa com reviravoltas e um empolgante sistema de batalha


"Ratchet & Clank" marcou a estreia da dupla e já trazia belos gráficos e as armas malucas que tanto caracterizam a série 



Criado pela Free Radical, "TimeSplitters" trazia controles parecidos com o jogo do espião, muito bom-humor e até um editor de fases 



"Tekken" manteve a excelência visual e técnica apurada de luta: no PS2, até hoje "Tekken 5" encanta pelo visual impressionante



A edição da série que mais impressionou os futebolistas virtuais foi o viciante "World Soccer Winning Eleven 6 Final Evolution"



"Soul Calibur III" fez milagres no PS2, apresentando personagens extremamente detalhados em cenários magníficos e uma ótima mecânica de luta


Polêmica é especialidade da Rockstar: em "Manhunt" é um reality show no qual o objetivo é matar pessoas das formas mais horríveis possíveis



Inspirado no clássico "Ghouls'n Goblins", "Maximo: Ghosts to Glory" é um divertido e colorido jogo de ação da Capcom que rendeu até uma sequência ossíveis


"Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King" reergueu com honra o nome da tradicional série de RPGs, usando cel shading



Inspirado no filme "Os Selvagens da Noite", "The Warriors" é uma game de ação e porrada dos mais competentes no PS2


"Star Ocean: Till the End of Time não inovou, mas atualizou com maestria conceitos estabelecidos da série, como lindos gráficos e missões extras


No intenso e frenético shooter "Black", da Criterion, boa parte dos cenários podia ser destroçada


O jogo de tiro "S.O.C.O.M. US Navy Seals" proporcionou algumas partidas em equipe e bate-papos muito interessantes pela rede do PS2 

Obra máxima de Yasumi Matsuno, o RPG "Final Fantasy XII" ousou como nunca na série, apresentando uma trama densa e política

Fruto da criatividade de Goichi Suda, "Killer7" é um extravagante jogo de tiro marcado por um visual forte e colorido e diversas referências a cultura pop
O RPG do PlayStation foi homenageado na trilogia "Xenosaga", da Namco Bandai, com belos visuais, longas animações e muita filosofia ocidenta
Alardeado pela Sony como "o jogo que mataria Halo", o primeiro "Killzone" não conseguiu fazer jus à expectativa, mas empolgou com boa produção
Clássico cult da Square Enix, "Valkyrie Profile 2: Silmeria" refinou os combates e os belos gráficos.
Obra épica do estúdio Level-5, "Rogue Galaxy" é uma fábula de ficção científica ambientada no espaço e marcada por viagens interplanetárias
E ai curtiu a primeira parte?





















quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Batalha Mortal – Akuma vs. Shang Tsung


Batalha Mortal – Akuma vs. Shang Tsung

Nosso MMA nerd entrar em cena. Então prepare-se que cabeças rolarão, pois duas das principais franquias de luta nos anos 90 entrarão em conflito.
De um lado, o cara mais badass de “Street Fighter”. O vilão mais assustador, que põe até mesmo o M. Bison no chinelo. O mestre karateca, detentor do maligno poder do Shun Goku Satsu, além de possuir o especial mais estranho de soltar em todo o game, Akuma!
No outro corner, o primeiro vilão da franquia “Mortal Kombat”. O feiticeiro com o poder mais roubado de todos, ao se transformar nos outros lutadores. O caso de rejuvenescimento mais incrível nos games. O feiticeiro mais assustador do Outworld, Shang Tsung!
A batalha de hoje é maldade contra maldade. “Street Fighter” contra “Mortal Kombat”. Muita violência vai rolar em nosso combate, então prepare-se! E se quiser pular direto para a luta, vá aos 5:20 do vídeo.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Game da Semana


Game da Semana

Uns passarinhos muito nervosos vão fazer a alegria da galera esta semana.
Poucos são hoje os que nada sabem sobre esta verdadeira febre que foi (e ainda esta sendo) o game “Angry Birds”. Até quem nunca jogou games antes hoje diverte-se na tela de seus smartphones e tablets, arremessando passarinhos com carinhas invocadas pelas alturas afim de usá-los como balas de canhão para destruir as mais variadas construções.
E o sucesso agora transcedeu a tela dos gadgets e chegou nos boad games – chegou a hora de reunir os amigos para jogar “Angry Birds: Knock On Wood Game”.

Passarinhos de Plástico
O jogo possui regras muito simples: você tem algumas cartas, alguns blocos para montar (e nós adoramos isso), uma pequenina catapulta e alguns pequenos passarinhos invocados. As cartas contem modelos de construções que devem ser replicados com os blocos reais.


Um dos jogadores saca uma das cartas aleatoriamente e passa para o adversário, que deve reproduzir a construção ilustrada na carta e depois deve tentar destruir esta composição atirando os passarinhos na pequena catapulta (ele terá um número limitado de tentativas). Obtendo sucesso em sua missão, o jogador ganha uma quantidade de pontos igual a que também está especificada na carta sacada. Fácil e divertido.
Aqui um pequeno vídeo demonstrativo:

Ao que parece, quanto menor a construção, mais pontos a mesma vale. Porém eu não sei explicar com exatidão quando de fato a partida chega ao fim – provavelmente ao final das cartas ou quando um jogador erra por muitas vezes.
Angry Birds: Knock On Wood Game” pode ser jogado por até quatro participantes e é um bom divertimento para quase todas as idades.

Game da Semana


Game da Semana

LEGO + Xadrez + Star Wars = Grande jogo!
Hoje o assunto volta a ser o clássico xadrez, um jogo já existente à centenas de anos e que até hoje é praticado à exaustão pelo mundo afora. Mas o que trago aqui é uma versão diferente e que vai chamar a atenção até de quem nunca jogou porque nunca interessou-se: O “Return of the Jedi LEGO Chess” , que une a tradição do clássico com a nerdice do LEGO e do universo Star Wars. Dá pra ser melhor?

“Cheque mate! E a vitória é da Aliança Rebelde!”

LEGO Star Wars é uma grande febre que já angariou centenas de milhares de fãs ao redor do mundo e continua a fazer sucesso até hoje. Isto porque uma fórmula que reúne em uma só obra a saga de uma galáxia muito, muito distante e o mundo das pecinhas coloridas de montar não tem mesmo muita chance de dar errada.
O tabuleiro de xadrez do qual falamos hoje é exatamente um fruto deste spin-of da saga de George Lucas – o “Return of the Jedi LEGO Chess” tem seu tabuleiro e peças constituídos puramente destas peças de montar.
Peões, torres, cavalos, bispos, damas e reis são todos compostos por “minifigs” de personagens como os clássicos droids C-3PO e R2-D2, Luke Skywalker, Princesa Leia de biquininho (prisioneira de Jabba the Hutt), Imperador Palpatine, Han Solo, Chewy, Ewoks, Stormtroopers, o definitivo Lorde Sith Darth Vader e muitos outros. Pequenas composições de LEGO, como a nave imperial de Vader ou os andadores AT-ST também fazem parte do arsenal de peças. A ambientação proposta para o tabuleiro é a da Lua de Endor, como no filme que fecha a saga “O Retorno de Jedi”.
Veja fotos da obra:
A má notícia? Não trata-se de um kit à venda oficialmente pela LEGO, e sim de uma obra independente feita pelo fã Brandon Griffith. Mas acalme-se – antes de ficar triste ou nervoso comigo por ter criado “aquela vontade”, saiba do fato mais importante: Brandon fez tudo o que fez usando kits de peças existentes no mercado com a temática Star Wars. O que significa que você também pode fazê-lo em casa!

Game da Semana


Game da Semana

Quem nunca jogou “Banco Imobiliário”?
Nova seção semanal estreando no Blog POP Nerd & Geek. Agora toda a semana nas terças-feiras você será apresentando à um card/board game. E mesmo que você já conheça o jogo que aqui apresentarmos, sempre haverá um pouco mais a se aprender, já que nós vamos fundo nas origens do mesmo.

Monópolio/Monopoly – o nosso velho Banco Imobiliário
Nosso querido “Banco” nasceu de uma série de acontecimentos datados de muito antes de existirmos (ou a grande maioria de nós, ao menos). Tudo de fato começou em 1904, quando a americana Elizabeth J. Magie Phillips criou um jogo com o objetivo de ajudá-la a ilustrar melhor os conceitos do economista Henry George sobre a chamada “taxa simples”. Ela queria mostrar como pode ser negativo o conceito de concentrar-se terras (ou terrenos) em pequenos monopólios. O jogo foi batizado como “The Landlord’s Game”, e foi lançado para o mercado em 1923.
Mais tarde, em 1941, outros fatos ajudaram a traçar as origens do nosso jogo de hoje – e estes fatos vieram de nada menos que dos campos da Segunda Guerra Mundial. O Serviço Secreto Britânico contava com uma empresa – a John Waddington Ltd, que possuía a licença do jogo inventado por Elizabeth fora dos Estados Unidos – para colocarem um plano em prática.
À pedido do Serviço Secreto, a Waddington criou neste ano uma edição especial do jogo para ser entregue aos prisioneiros de guerra mantidos em cárcere pelos nazistas. Escondido nele haviam mapas, bússolas, dinheiro real entre outros objetos úteis para ajudar os prisioneiros à escaparem. Estes tabuleiros eram distribuídos para os prisioneiros por falsas entidades de caridade criadas pelo próprio Serviço Secreto Britânico.
Mas o jogo só tornaria-se um marco mundial após o americano Charles Darrow, um vendedor de sistemas de aquecimento desempregado na época que vivia em Germantown, na Pensilvânia, ter supostamente copiado um tabuleiro feito em casa de outrem que baseara-se no antigo jogo de Elizabeth.
Ocorreu que uma empresa na época iniciante no ramo dos brinquedos – a Parker Brothers – interessou-se muito pela invenção de Darrow e a comprou do mesmo. A ideia de ensinar sobre finanças à crianças de uma maneira totalmente descompromissada chamou a atenção definitivamente.
Mas Darrow não foi esquecido, já que a Parker Brothers fez questão de associar sua imagem como sendo a do inventor do agora famoso jogo de tabuleiro. O “Monopoly” cresceu muito além do que qualquer um poderia imaginar, até seu ápice nos anos 1990, onde foi comprado pela gigante mundial dos brinquedos Hasbro.
O Banco Imobiliário no Brasil
Para fazer sucesso por aqui, o tabuleiro trouxe ruas e localidades famosas das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, tais como a Avenida Paulista, Ipanema, Morumbi, Interlagos e Copacabana, por exemplo. Atualmente por aqui temos tanto o “Monopólio” quanto o “Banco Imobiliário”, isso porque a empresa Grow mantém um contrato com a Hasbro para produzir o jogo Monopoly por aqui. Por sua vez, a Brinquedos Estrela possuía os direitos sobre o jogo “Banco Imobiliário”, lançando desde a década de 80. Porém a empresa perdeu estes direitos em meados de 2000, o que muito embora não impediu-os de continuarem a produzir o jogo por aqui.
Os vários tipos de Monopólios/Bancos Imobiliários de hoje
Existem dezenas de temas diferentes aos quais o jogo já foi vinculado. Aqui vai uma minúscula amostra do que eles já foram capazes de fazer: